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	<title>Campos de Invisibilidade</title>
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	<description>Campos de Invisibilidade</description>
	<pubDate>Wed, 16 Jan 2019 17:12:35 +0000</pubDate>
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		<title>Campos de Invisibilidade</title>
				
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		<pubDate>Tue, 16 Oct 2018 13:46:12 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Campos de Invisibilidade</dc:creator>

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		<description>CAMPOS DE INVISIBILIDADE

O que está fora de nosso campo de visão ainda continua existindo. 


Abrir esta exposição com tal afirmação nos convida a refletir sobre a ecologia de problemas mobilizada pelo que chamaremos aqui de infraestrutura tecnológica global. São aspectos sociais, econômicos, técnicos, simbólicos, espirituais, culturais, sexuais, políticos, geográficos, ambientais, todos fortemente intrincados e que acabam por atualizar, e dar sequência global, a normativas e narrativas coloniais preexistentes. E para que tais narrativas se perpetuem, muitos artifícios, codificações, transações, operações e abstrações são criados, no sentido de empurrar para fora de nosso campo de visão, reflexão, percepção e conhecimento, todas essas implicações. 


Sob essa lógica, aprendemos a chamar de “nuvem” o lixo eletrônico que produzimos e despejamos na costa oeste africana, a água necessária para a refrigeração de fazendas de servidores de dados que armazenam todas as nossas in










formações, as guerras e a situação do trabalho em países como o Congo (muito em função da mineração voltada para indústria de aparelhos eletrônicos), a exploração e expropriação da terra e do trabalho feitas por empresas multinacionais em terras brasileiras (especialmente na Amazônia e em Minas Gerais), entre muitos outros aspectos, agentes e localidades que compõem essa cadeia que nos ensinaram a negar, a não ver. 


A perpetuação dessa narrativa, em contextos atravessados por tecnologias eletrônicas e digitais, tende a tratar como neutro e universal o saber e o corpo do sujeito que a escreve. Mas sabemos que nossas visões de mundo são sempre recortadas, e também limitadas, assim como a de programadores de algoritmos, cientistas da computação, engenheiros de grandes infraestruturas etc. Estes acabam por valorizar, visibilizar e estruturar o funcionamento das tecnologias e suas infraestruturas, a partir de certos saberes, corpos, culturas, geografias, políticas, e não outros. 


Mediante o processamento veloz, intercontinental, genérico e antinarrativo de uma lógica Big Data, artistas situam aqui, no Sesc Belenzinho, narrativas audiovisuais e gráficas, constituídas a partir de contextos específicos como: Praia do Futuro, La Guajira, Agbogbloshie, Mariana, Aldeia Rio Silveira, Pico do Jaraguá, bem como aqueles que enfatizam as arquiteturas dos seus próprios corpos como locus central de ação, ou ainda, a coexistência com outros seres, não apenas humanos.


Convidamos os públicos a navegar conosco por este conjunto de narrativas, que podem ser lidas como um contracampo ao ambiente tecnológico contemporâneo, alargando nossa percepção para além do que está visível – enquanto forma, enquanto interface, enquanto limites de mundos que frequentamos. Propomos que este seja um percurso—ritual de liberação de certos enfeitiçamentos, um percurso que imagine, conosco, novas alquimias e contrafeitiçarias. 











Cláudio Bueno e Ligia Nobre 
Curadores 
Ruy Cézar Campos 
Curador assistente
FIELDS OF INVISIBILITY
What is
outside our field of vision does not cease to exist.To open this exhibition
with such a statement invites us to reflect on the ecology of problems mobilized
by what we shall name here global technological infrastructure. Namely social, economic, technical, symbolic, spiritual, cultural, sexual, political,
geographic, environmental aspects, all of which are heavily intricate, and ultimately
actualize and give global sequence to preexisting colonial norms and
narratives. And in order to perpetuate such narratives, numerous devices, codings, transactions,
operations and abstractions are created, while pushing out of our field of vision,
reflection, perception and knowledge, all these involved factors. Under this
logic, we learned to call the cloud the electronic waste we produce and dump,
on the West African coast; the water needed for the cooling of server farms and
data servers that store all our information; the wars and the labor situation in
countries like Congo, closely related to the mining focused on the electronics
industry; the exploitation and expropriation of land and labor, made by
multinational companies in Brazilian lands, especially in the Amazon and Minas
Gerais; among many other aspects, agents and localities that compose this chain
that taught us to deny, not to see. 



The perpetuation of this narrative, in contexts traversed by electronic
and digital technologies, tends to treat as neutral and universal the knowledge
and the body of the subject who writes it. But we know that our worldviews are
always constrained, limited like the eyes of algorithmic programmers, computer
scientists, big infrastructure engineers, and so on. These end up valuing,
visualizing and structuring the operation of technologies and their
infrastructures, based on certain knowledge, bodies, cultures, geographies,
policies, while excluding others. 



Facing the fast, intercontinental, generic and
antinarrative processing of a Big Data logic, artists situate here, in Sesc
Belenzinho, audiovisual
and graphic narratives, constituted from specific contexts, such as: La Guajira
(Colombia), Agbogbloshie (Ghana), Praia do Futuro, Mariana, Aldeia Rio
Silveira, Jaraguá Peak (Brazil), as well as those who emphasize the
architectures of their own bodies as the central locus of action, or
even the coexistence with other beings, not only humans. 



We invite audiences to navigate with us through
this set of narratives, which can be read as a counterfield to the contemporary
technological environment — extending our perceptual fields beyond what is
visible, as form, as interface, as the boundaries of worlds we dwell in. We
propose that this be a ritual–path of liberation of certain bewitchments,
performing with us new alchemies, and also counter-sorceries.



 



Cláudio
Bueno and Ligia Nobre 


Curators 


Ruy Cézar Campos 


Curatorial
Assistant










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	<item>
		<title>Sesc SP Razao Revista</title>
				
		<link>https://camposdeinvisibilidade.cargo.site/Sesc-SP-Razao-Revista</link>

		<pubDate>Tue, 16 Oct 2018 13:39:25 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Campos de Invisibilidade</dc:creator>

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		<description>RAZÃO REVISTA


“Nunca há um documento da cultura que não seja, ao mesmo tempo, um documento da barbárie”. Walter Benjamin


Pensados de modo amplo, os esquemas de compreensão do mundo funcionam por meio da seleção de elementos do real que devem merecer atenção em relação a finalidades gerais. Esse processo de racionalização não se reduz a uma mera seleção intencional, mas está imbuído de estruturas que permitem lançar luz sobre determinados aspectos da realidade ofuscando outros. 


Tais esquemas de racionalidade, portanto, não definem apenas aquilo que deve ser visto, à maneira de um filtro, mas também aquilo que não pode ser visto, à maneira de um manto mágico de transparência. É assim que grupos sociais inteiros ou incontáveis objetos da realidade são muito frequentemente substituídos por vagos emblemas, que excluem particularidades da realidade, especialmente ligadas a formas de dominação. 


A exposição Campos de Invisibilidade não pretende apenas dar a ver aqueles elementos que estariam escondidos. Está em questão o próprio 










mecanismo que impede a possibilidade de ver, buscando inserir um pensamento reflexivo nos mecanismos de racionalidade – exercício crucial para lidar com a complexidade da sociedade contemporânea. 


Os propósitos, explicitados nesse projeto por meio de trabalhos eminentemente processuais, oferecem uma espécie de desconstrução criativa que repercute um desígnio fundamental do Sesc: de que o trabalho com a cultura só adquire sentido quando permeado por um caráter profundamente inclusivo, atuando em prol da autonomia das pessoas e da construção de uma sociedade mais democrática. 


Sesc São Paulo
REASON REVISITED



















 “There is no document of
culture that is not 


at the same time a document of barbarism”. 


Walter Benjamin 



Considered in broad terms, patterns of
comprehending the world function by selecting elements of reality that should
merit attention with regard to general purposes. This process of reasoning
cannot be reduced to mere intentional selection, but it is imbued with
structures that allow for light to be cast on certain aspects of reality while
obscuring others. 



 Such schemes of reasoning, however, do
not only define that which should be seen, like a filter, but also that which
cannot be seen, like a magical cloak invisibility. This is how entire social
groups or countless objects from reality are very often substituted by vague
symbols that exclude the particularities of reality, especially connected to
forms of domination. 



 The exhibition Fields of Invisibility does not intend
merely to provide visibility to those elements that would have otherwise been
hidden. What
is in question here is the actual mechanism
Sesc São Paulo












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	</item>
		
		
	<item>
		<title>Encontro</title>
				
		<link>https://camposdeinvisibilidade.cargo.site/Encontro</link>

		<pubDate>Fri, 26 Oct 2018 10:20:43 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Campos de Invisibilidade</dc:creator>

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		<description>Encontro Com Deborah Danowski, Keller Easterling e Tabita Rezaire
07/11 - Quarta-feira - 18H30 às 22H
&#60;img width="477" height="194" width_o="477" height_o="194" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/96e98ccecff12a71ebab102d0eedc5e83379271157cf6e90cac4f10a627c9009/6404c4ab3f9e.jpg" data-mid="27120415" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/477/i/96e98ccecff12a71ebab102d0eedc5e83379271157cf6e90cac4f10a627c9009/6404c4ab3f9e.jpg" /&#62;


Este encontro reúne saberes diversos, que se articulam nesta encruzilhada de Campos de Invisibilidade. Keller Easterling investiga as tecnologias espaciais infraestruturais na paisagem política global no século XXI, e o “design de meios” como agenciador de potenciais e relações nos espaços cotidianos. Deborah Danowski problematiza os fenômenos de negacionismo diante de violências e catástrofes ecológica e humana. Tabita Rezaire nos reconecta com nosso corpo, a terra e o multiverso, como descolonização das tecnologias a partir de perspectivas africanas e indígenas. Diante da homogeneização violenta visível e invisível, essas três práticas e posicionamentos alargam o presente, celebrando a coexistência de temporalidades e mundos heterogêneos.

Design de MeiosKeller Easterling (USA)Em um momento de onipresença digital, pode ser mais fácil tratar os dados das plataformas digitais como primários na inovação contemporânea e acreditar que, se for revestido de sensores em uma internet das coisas, o mundo rígido e burro se tornará repentinamente responsivo e “inteligente”. Mas os componentes pesados do espaço são sistemas de informação que realmente não precisam de dispositivos digitais para fazê-los dançar. Assim, uma vez que a arquitetura e o urbanismo estão fazendo mudanças radicais no mundo globalizado, o espaço pode ser um meio de inovação subexplorado. Como os teóricos da mídia que estão retornando à compreensão elementar da mídia como ambientes circundantes do ar, da água ou da terra, o design de meios usa um meio espacial para ensaiar esse hábito mental e estimular um pensamento inovador sobre problemas espaciais e não espaciais.NegacionismosDeborah DanowskiA misteriosa paralisia cognitiva, psíquica e política de nossa sociedade diante da perspectiva de catástrofe ecológica projetada pela comunidade científica atual em decorrência do aquecimento global pode ser iluminada pela comparação com os fenômenos do negacionismo do Holocausto perpetrado pela Alemanha nazista no século passado, e de nossa indiferença diante das práticas de criação, confinamento e extermínio em massa de animais nas fazendas-fábricas da agroindústria. A palestra busca justificar o uso desses termos, negacionismo e Holocausto, para os três acontecimentos históricos – apesar, ou justamente em virtude da, grande sensibilidade que eles despertam por diversos motivos.Cura Decolonial: Tecnologia, Espiritualidade e o EróticoTabita Rezaire (FRA / GUY / ZAF) Como podemos nos conectar holisticamente a nós mesmos, uns aos outros, à terra e ao multiverso? Para reativar a agência sobre nossos canais de informação e comunicação, Tabita Rezaire aprofunda o conhecimento científico africano, diaspórico e indígena, trazendo à luz possibilidades para as tecnologias espirituais. À medida que ansiamos pela cura supramoral, espiritual, política, histórica e tecnológica, ela recupera um espaço-tempo cibernético para alimentar uma consciência orgânica-tecnológica-espiritual. Da comunicação com os antepassados ao envolvimento da água, do útero e das “plantas guias” como portais para o download de conhecimento, esta é uma chamada para descolonizar nossas tecnologias.Com Deborah Danowski, Keller Easterling (USA), Tabita Rezaire (FRA / GUY / ZAF) e a equipe curatorial da mostra Campos de Invisibilidade: Cláudio Bueno, Ligia Nobre e Ruy Cézar Campos.

BIOS

Keller Easterling é arquiteta, escritora e professora em Yale. Seu livro mais recente, Extrastatecraft: The Power of Infrastructure Space (Verso, 2014), examina infra-estrutura global como um meio político. Outro livro recente, Subtraction (Sternberg, 2014), considera a remoção de edifícios ou como colocar a máquina de desenvolvimento em reversão. Outros livros incluem:&#38;nbsp; Enduring Innocence - Global Architecture and Its Political Masquerades (MIT, 2005) e Organization Space: Landscapes, Highways, and Houses in America (MIT, 1999). Sua pesquisa e escritos foram incluídas na Bienal de Veneza 2014 e serão incluídas na Bienal de 2018. Ela palestra e participa de exposições internacionalmente.

Déborah Danowski é professora do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da PUC-Rio e pesquisadora do CNPq. Estudiosa da metafísica moderna, nos últimos anos tem se dedicado a questões de ecologia política e ao pensamento da catástrofe ambiental global. Entre suas publicações nesse campo, encontram-se O hiperrealismo das mudanças climáticas e as várias faces do negacionismo (2012), καταστρο¿¿: o fim e o começo (2012), Há mundo por vir? Ensaio sobre os medos e os fins (2014, com Eduardo Viveiros de Castro) e Um mundo vivo (sobre a Encíclica Laudato Si’) (no prelo, 2018).

Tabita Rezaire é uma artista-contadora de histórias que trabalha com telas e fluxos de energia. Sua prática trans-dimensional prevê as ciências da rede – orgânicas, eletrônicas e espirituais – como tecnologias curativas para servir à mudança para a consciência do coração. Navegando em arquiteturas de poder, ela mergulha em imaginários científicos para lidar com a matriz pervasiva da colonialidade e os protocolos de desalinhamento energético que afetam as canções de nossos corpos-mentes-espíritos. Tabita vive em Cayenne, na Guiana Francesa.

Local: Sala de espetáculos 2.





Encounter

11.07.2018 6:30PM—10PM

Local Sala de Espetáculos 2 Sesc Belenzinho, São Paulo

This encounter brings together a wide range of knowledges, which are articulated at this crossroads of “Fields of Invisibility”. Keller Easterling investigates infrastructural spatial technologies in the global political landscape in the 21st century, and “medium design” as an agent of potentials and relationships in everyday spaces. Déborah Danowski problematizes the phenomena of denialism in the face of violence and ecological and human catastrophes. Tabita Rezaire reconnects us with our body, the earth and the multiverse, as a decolonization of technologies, from African and indigenous perspectives. Faced with visible and invisible violent homogenization, these three practices and positions expand the present, celebrating the coexistence of heterogeneous worlds and temporalities.

Introduction Fields of Invisibility

Claudio Bueno, Ligia Nobre and Ruy Cézar Campos

Talks followed by conversation

tMediator Ligia Nobre



















DÉBORAH
DANOWSKI Brazil, 1958 DENIALISMS The mysterious cognitive, mental and politic paralysis of our society in the
face of the perspective of ecological disaster forecasted by the current
scientific community as a consequence of global warming can be illuminated&#38;nbsp; by comparison with the Holocaust denial
phenomenon perpetrated by Nazi Germany in the last century, and our
indifference to the practices of mass rearing, confinement and mass
extermination of animals in agribusiness factoryfarms. 
The talk will seek to justify the use of these terms, denialism and Holocaust,
for these three historical events— despite, or precisely because of, the
reatsensitivity they arouse for various reasons. 

Déborah
Danowski is a professor at the Graduate Program in Philosophy at PUC—Rio and a
researcher at CNPq. A scholar of modern metaphysics, in recent years she has devoted
herself to issues of political ecology and of the global environmental
catastrophe. Among her publications in this field are O hiperrealismo das mudanças
climáticas e as várias faces do negacionismo [The hyperrealism of climate
change and the various faces of denialism] (2012); καταστροφή: the end and the beginning (2012);
The Ends of the World (2014, with Eduardo Viveiros de Castro); and Um mundo
vivo (about the Encyclical Laudato Si ‘)” (in press, 2018).
KELLER EASTERLING United States of America, 1959 MEDIUM DESIGN At a moment of digital ubiquity, it may be easier to treat the data from digital
platforms as primary in contemporary innovation and to believe that, if coated
with sensors in an internet of things, the stiff, dumb world will suddenly become
responsive and “smart.” But the heavy lumpy components of space are themselves
information systems that don’t really need digital devices to make them dance.
So, since architecture and urbanism are making radical changes to the globalizing
world, space may be an underexploited medium of innovation. Like those media theorists
who are returning to elemental understandings of media as surrounding environments
of air, water, or earth, medium design uses a spatial medium to rehearse this habit of mind and prompt innovative thought about both spatial and non-spatial
problems. Keller Easterling is an architect, writer and professor at Yale. Her most
recent book, Extrastatecraft: The Power of Infrastructure Space (Verso, 2014),
examines global infrastructure as a political environment. Another recent book, Subtraction
(Sternberg, 2014), considers building removal or how to put the development
machine into reverse. Other books include: Enduring Innocence: Global Architecture
and its Political Masquerades (MIT, 2005) and Organization Space: Landscapes,
Highways and Houses in America (MIT, 1999). Her research and writing was
included in the 2014 Venice Biennale, and will be included in the 2018 Biennale.
She lectures and exhibits internationally.
TABITA REZAIRE France⁄French Guiana, 1989 DECOLONIAL HEALING: TECHNOLOGY, SPIRITUALITY AND THE EROTIC How can we holistically connect to ourselves, to one another, to the earth and
to the multiverse? To reclaim agency over our channels of information and communication,
Tabita Rezaire digs into African, Diasporic and Indigenous scientific
knowledge, unearthing possibilities for spiritual technologies. As we yearn for
emotional, spiritual, political, historical and technological healing, she
retrieves a cybernetic spacetime to feed an organic-tech-spirit consciousness. From communicating with ancestors to embracing water, the womb
and teacher plants as portals for downloading knowledge, here is a call to
decolonise our technologies. Tabita Rezaire is an artist-storyteller working with screens and
energy streams. Her cross-dimensional practice envisions network sciences —
organic, electronic and spiritual — as healing technologies to serve the shift towards
heart consciousness. Navigating architectures of power, she digs into scientific
imaginaries to tackle the pervasive matrix of coloniality and the protocols of energetic
misalignment that affect the songs of our bodymind- spirits. Tabita is based in
Cayenne, French Guyana






.
</description>
		
	</item>
		
		
	<item>
		<title>espaço-expositivo</title>
				
		<link>https://camposdeinvisibilidade.cargo.site/espaco-expositivo</link>

		<pubDate>Wed, 16 Jan 2019 17:12:35 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Campos de Invisibilidade</dc:creator>

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&#60;img width="2500" height="1667" width_o="2500" height_o="1667" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/d040ffaec094f78ef3453b5fd4521830d1e0486a7aa93bbce062debe72048949/CarolinaCaycedo-AgenteRio-at-FieldsofInvisibility-SescSP-by-MarcosCimardi-4.JPG" data-mid="38274760" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/d040ffaec094f78ef3453b5fd4521830d1e0486a7aa93bbce062debe72048949/CarolinaCaycedo-AgenteRio-at-FieldsofInvisibility-SescSP-by-MarcosCimardi-4.JPG" /&#62;&#60;img width="5000" height="4680" width_o="5000" height_o="4680" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/5115a026c4da1004dca2ba71130697dbafb83969b43a1607c890b91a0727cc8e/CarolinaCaycedo-and-TerritorialAgency-at-FieldsofInvisibility-SescSP-by-MarcosCimardi.JPG" data-mid="38274704" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/5115a026c4da1004dca2ba71130697dbafb83969b43a1607c890b91a0727cc8e/CarolinaCaycedo-and-TerritorialAgency-at-FieldsofInvisibility-SescSP-by-MarcosCimardi.JPG" /&#62;&#60;img width="5000" height="5000" width_o="5000" height_o="5000" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/56f65b5b69259fd0753a66548c8911a0491405978e8dedc0dd26dac71970cbe8/BrunoMendonca-e-DeniseAgassi-em-CamposdeInvisibilidade-SescSP-por-MarcosCimardi.JPG" data-mid="38274702" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/56f65b5b69259fd0753a66548c8911a0491405978e8dedc0dd26dac71970cbe8/BrunoMendonca-e-DeniseAgassi-em-CamposdeInvisibilidade-SescSP-por-MarcosCimardi.JPG" /&#62;&#60;img width="2500" height="2500" width_o="2500" height_o="2500" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/fa388b21078b633762b2c2cb857de28bcf3e48968bcabe36d97b140bd5e43c0d/JonRafman-and-DeniseAgassi-at-FieldsofInvisibility-at-SescSP-by-MarcosCimardi2.JPG" data-mid="38275139" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/fa388b21078b633762b2c2cb857de28bcf3e48968bcabe36d97b140bd5e43c0d/JonRafman-and-DeniseAgassi-at-FieldsofInvisibility-at-SescSP-by-MarcosCimardi2.JPG" /&#62;

&#60;img width="2500" height="1667" width_o="2500" height_o="1667" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/2980fe6e4a81b5b789461525e8510d676be6e8ab3e846d2fe04c9cb405387d1c/TabitaRezaire-FieldsofInvisibility-SescSP-byMarcosCimardi-2.JPG" data-mid="38274710" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/2980fe6e4a81b5b789461525e8510d676be6e8ab3e846d2fe04c9cb405387d1c/TabitaRezaire-FieldsofInvisibility-SescSP-byMarcosCimardi-2.JPG" /&#62;
&#60;img width="2500" height="1667" width_o="2500" height_o="1667" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/81c693f40cb10a6a1422baa2909b2f17792b1c3f5f226106a8a89f60ed34e07e/LouisHenderson-FieldsofInvisibility-Sesc-by-MarcosCirmardi-Allthatissolid2.JPG" data-mid="38274698" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/81c693f40cb10a6a1422baa2909b2f17792b1c3f5f226106a8a89f60ed34e07e/LouisHenderson-FieldsofInvisibility-Sesc-by-MarcosCirmardi-Allthatissolid2.JPG" /&#62;
&#60;img width="2500" height="1667" width_o="2500" height_o="1667" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/caef3893e1268e68dcd5639b47c9821e9f30cc021468b0cf64af74274a09a106/CristineTakua-em-CamposdeInvisibilidade-SescSP-foto-MarcosCimardi.JPG" data-mid="38274706" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/caef3893e1268e68dcd5639b47c9821e9f30cc021468b0cf64af74274a09a106/CristineTakua-em-CamposdeInvisibilidade-SescSP-foto-MarcosCimardi.JPG" /&#62;&#60;img width="2500" height="1667" width_o="2500" height_o="1667" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/ddc00a1be538cc049689f13cb61f5f8aa2152b50e3f9bdab64d40a11849a9c0c/OGI-entrada.JPG" data-mid="38274647" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/ddc00a1be538cc049689f13cb61f5f8aa2152b50e3f9bdab64d40a11849a9c0c/OGI-entrada.JPG" /&#62;

&#60;img width="2500" height="1667" width_o="2500" height_o="1667" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/b810e6d3e3beb2dc2dbc74bd42ab41ecf18d4b514b259b260f8c996219d82747/Lggm-visual-entrada-2.JPG" data-mid="38274708" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/b810e6d3e3beb2dc2dbc74bd42ab41ecf18d4b514b259b260f8c996219d82747/Lggm-visual-entrada-2.JPG" /&#62;

Fotos: Marcos Cimardi</description>
		
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		<title>Ada Lovelace</title>
				
		<link>https://camposdeinvisibilidade.cargo.site/Ada-Lovelace</link>

		<pubDate>Mon, 15 Oct 2018 20:21:14 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Campos de Invisibilidade</dc:creator>

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&#60;img width="907" height="551" width_o="907" height_o="551" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/c9584ebd2cf43966d3c5d503df528e9346936d7de0a4e2150407d6a64a8f0109/ada-lovelace.jpg" data-mid="26463663" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/907/i/c9584ebd2cf43966d3c5d503df528e9346936d7de0a4e2150407d6a64a8f0109/ada-lovelace.jpg" /&#62;


















Ada Augusta King, Condessa de Lovelace
(1815 — 1852), atualmente conhecida como Ada Lovelace, foi uma matemática e
escritora inglesa, reconhecida por ter escrito o primeiro algoritmo a ser
processado por uma máquina, a máquina analítica de Charles Babbage. Ada
desenvolveu, no projeto de Babbage, os algoritmos que permitiriam à máquina
computar os valores de funções matemáticas. É reconhecida globalmente como a
primeira programadora da história, tendo influenciado também as descobertas de
Alan Turing. Lovelace relembra e marca a relevância e retomada das mulheres nas
práticas e narrativas tecnológicas e infraestruturais, hoje e historicamente.






















Ada
Augusta King, Countess of Lovelace (1815 — 1852), now known as Ada Lovelace,
was an English mathematician and writer, renowned for having written the first
algorithm to be processed by a machine, the analytical machine of Charles
Babbage. In the Babbage project, Ada developed the algorithms that would allow
the machine to compute the values of mathematical functions. She is globally
recognized as the first programmer in history, having also influenced the
findings of Alan Turing. Lovelace recalls and marks the relevance and
resumption of women in the technological and infrastructural practices and
narratives, today and historically






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	</item>
		
		
	<item>
		<title>Alan Turing</title>
				
		<link>https://camposdeinvisibilidade.cargo.site/Alan-Turing</link>

		<pubDate>Mon, 15 Oct 2018 20:21:17 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Campos de Invisibilidade</dc:creator>

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&#60;img width="525" height="640" width_o="525" height_o="640" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/b84c4a7b9ee69ac1195763730c5088f25f93bac8948f7c7ecf6c55a46746d019/Turing.jpg" data-mid="26464105" border="0" data-scale="57" src="https://freight.cargo.site/w/525/i/b84c4a7b9ee69ac1195763730c5088f25f93bac8948f7c7ecf6c55a46746d019/Turing.jpg" /&#62;
ALAN TURNING



Inglaterra, 1912—1954


DESENHOS E RECORTES
DE JORNAL 


SOBRE A VIDA E OBRA
DE TURING, Fac-símile, Impressão digital.


Archive Centre King’s College ⁄ The Turing Digital 


Archive ⁄ A.M. Turing Trust



Alan Mathison Turing foi um
matemático e cientista conhecido mundialmente por sua influência na
formalização de algorítmos e criação de máquinas computacionais basilares para
os computadores que conhecemos hoje. Tal feito deve-se à sua colaboração para
decifrar o código criado pelas máquinas do Enigma alemão durante a Segunda
Guerra Mundial. É um dos fundadores da ciência da computação e da inteligência
artificial. Nesta exposição, apresentamos seus diagramas com padrões de
deslocamento e de cálculos, simultâneos ao trabalho sobre morfogênese
(desenvolvimento das formas e estruturas de uma espécie a partir do embrião;
morfogenia), bem como recortes de jornais sobre sua vida, sua morte e sua obra


















NEWSPAPER DRAWINGS AND CLIPPINGS ON THE LIFE AND WORK OF ALAN TURING, 


Facsimile, Inkjet printing. 






Alan Mathison Turing was a mathematician and scientist, known worldwide
for his influence on the formalization of algorithms and the creation of basic
computational machines for the computers we know today. His collaboration in deciphering
the code created by the machines of the German Enigma during World War II was
crucial to his career. Turing is one of the founders of computer science and
artificial intelligence. In this exhibition, we present his diagrams of
displacement and calculus patterns, simultaneous to the work on morphogenesis
(development of the forms and structures of a species from the embryo
morphogenesis), as well as newspaper clippings on his life, his death and his
work.







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	</item>
		
		
	<item>
		<title>Aretha Sadick</title>
				
		<link>https://camposdeinvisibilidade.cargo.site/Aretha-Sadick</link>

		<pubDate>Mon, 15 Oct 2018 20:21:15 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Campos de Invisibilidade</dc:creator>

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		<description>&#60;img width="907" height="640" width_o="907" height_o="640" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/d921dd089c93c213f8721d0f3bf91b9991ed303eaa8c0b01c28ce19d6b9dda5c/sadick.jpg" data-mid="26665183" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/907/i/d921dd089c93c213f8721d0f3bf91b9991ed303eaa8c0b01c28ce19d6b9dda5c/sadick.jpg" /&#62;






















ARETHA SADICK


Brasil, 1989


]XY[, 2011—2018


Performance audiovisual; Ação processual
e performativa com o educativo



]XY[ é uma obra-pesquisa desenvolvida desde
2011 pela multiartista carioca Aretha Sadick. Manifesta-se por meio de
performances, música eletrônica e tecnologias, apontando para a urgência na
retomada de poder de pessoas transvestigeneres negras na construção de suLas
imagens e de seus imaginários. Nesta exposição, é apresentada a performance
sonora e visual ]OPULENTO ORI[ e,
junto com a equipe do educativo, a obra-processo ]VOZES DO ORI[, baseada em
oficinas que refletem sobre a presença e performação desses corpos no espaço
expositivo. Ambas ativações têm como ponto central ORI–cabeça e a reconstrução
desse ser mítico a partir de corpos—ciborgues—transvestigeneres—negros.


Aretha Sadick tem participado de debates
e residências no Brasil e no exterior, abordando as possibilidades de transição
das corporeidades negras. Em parceria com a plataforma Explode!, realiza a
pesquisa Vera Verão, que resultou em oficinas de videclipes e performances
audiovisuais apresentadas no Videobrasil e no Sesc—SP. Integra a
coletividade.NÁMÌBIÀ, com quem desenvolve seu projeto musical⁄visual,
apresentado na Virada Cultural, na Aparelha Luzia e outros locais. É também modelo e educadora.


ARETHA SADICK


Brazil, 1989


]XY[, 2011—2018


Audiovisual performance; Processual and performative activities with the
educators



]XY[ is a research—work
developed since 2011 by the multi— artist Aretha Sadick (born in Rio de
Janeiro). It manifests itself through performances, electronic music and
technologies, pointing to the urgency in the resumption of power of
transvestigeneres black people in the construction of their images and their
imaginaries. In this exhibition, the visual and sound performance ]OPULENT ORI[ is presented and, in
conjoined action with the educational team, the work-process ]VOICES OF THE ORI[, based on workshops
that reflect on the presence and performance of these bodies in the exhibition
space. Both activations have as central point the ORI – head and the
reconstruction of this mythic being from cyborg—transvestigeneres—black bodies.



Aretha Sadick has participated in debates and artin-residencies programs
in Brazil and abroad, addressing the possibilities of transition of black
corporeities. In partnership with the Explode! Platform, Aretha Sadick carries
out the Vera Verão research project, which has resulted in videoclips and
audiovisual performances presented in VideoBrazil and Sesc—SP. She integrates
the group colectividade.NÁMÌBIÀ, with whom she develops her musical ⁄ visual
project, which was presented at the Virada Cultural, Aparelha Luzia (among
others). She is also a model and educator.










</description>
		
	</item>
		
		
	<item>
		<title>Bruno Mendonça</title>
				
		<link>https://camposdeinvisibilidade.cargo.site/Bruno-Mendonca</link>

		<pubDate>Mon, 15 Oct 2018 20:21:16 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Campos de Invisibilidade</dc:creator>

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&#60;img width="951" height="586" width_o="951" height_o="586" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/bf5cc9b7322496447515274298dde7d6cff78eecb46ec203bf65ad160b80d77b/bruno.jpg" data-mid="26882186" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/951/i/bf5cc9b7322496447515274298dde7d6cff78eecb46ec203bf65ad160b80d77b/bruno.jpg" /&#62;




BRUNO MENDONÇA 


Brasil, 1987


ONDE ESTÁ O QUE SE O
QUE ESTÁ EM POR QUE, 2018


Áudio 0’00”, Performance, Texto impresso em adesivo
vinílico preto no formato 575 x 420cm


O artista pesquisa a linguagem textual e suas diversas
tipologias e desdobramentos, expandindo-a para o campo da performance e outras
mídias. Há mais de 10 anos tem se dedicado à prática da spoken word. Nesta mostra, a obra onde está o que se o que está em por que, se manifesta em formato
que transita entre a spoken word, a lecture performance e o one man band show, além de texto-obra
impresso no espaço e áudio disponibilizado para o público. Os conteúdos
abordados integram sua pesquisa acerca das noções de capitalismo viral,
atravessados por referências musicais e literárias. Com um tom melancólico, o
artista reflete sobre questões sociopolíticas e econômicas atuais.Bruno Mendonça é também
jornalista e produtor cultural. Formou-se em Comunicação Social pelo Mackenzie.
É Mestre em Comunicação pela PUC—SP em Processos de Criação na Comunicação e na
Cultura. Desde 2005, desenvolve sua produção como artista, com interesse pelas
relações entre cultura, política e economia. Seus trabalhos desdobram-se
principalmente em performances, peças sonoras, músicas, publicações e
curadorias
BRUNO MENDONÇA


Brazil, 1987
WHERE IS THE WHAT IF THE WHAT IS AT THE
WHY, 2018 Audio 0’00”, Performance, Text printed on black vinyl sticker.
Dimensions 575 x 420cm


The artist searches for
textual language and its various typologies and unfoldings, expanding to the
field of performance and other medias. For more than 10 years he has been
focused on the practice of spoken word. In this show, the work where is what if what is in whymanifests itself in a format that transits between spoken word, lecture
performance and the one man band show, in addition to text-work printed in
space and audio available to the public. The contents included integrate his
research on the notions of viral capitalism, mixed with musical and literary references.
With a melancholic tone, the artist reflects on current sociopolitical and
economic issues.


Bruno Mendonça is also a journalist and cultural producer. He graduated
in Social Communication from Mackenzie. He is a Master in Communication from
PUC—SP in Creation Processes in Communication and Culture. Since 2005, he has
been working as an artist, with an interest in the relations between culture,
politics and economy. His works unfold mainly in performances, sound pieces,
music, publications and curatorships.





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	</item>
		
		
	<item>
		<title>Carolina Caycedo</title>
				
		<link>https://camposdeinvisibilidade.cargo.site/Carolina-Caycedo</link>

		<pubDate>Wed, 17 Oct 2018 16:07:19 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Campos de Invisibilidade</dc:creator>

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		<description>&#60;img width="907" height="640" width_o="907" height_o="640" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/adb698e05745190dcbd3b30f83024d58ba5cba6038cc45ae5f28755140869e69/carolina.jpg" data-mid="26666085" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/907/i/adb698e05745190dcbd3b30f83024d58ba5cba6038cc45ae5f28755140869e69/carolina.jpg" /&#62;
CAROLINA CAYCEDO&#38;nbsp;


Inglaterra⁄Colômbia, vive nos Estados
Unidos, 1978


A GENTE RIO, 2016 Vídeo 30’, desenhos e
fotografias em dimensões variáveis



A Gente Rio (2016), produzida para a 32ª Bienal de
Artes de São Paulo, em exibição nesta mostra, trata da vida implicada nos rios
e em suas margens. A obra é composta por distintos elementos, como montagens
de fotografias de satélite das usinas hidrelétricas de Itaipu e de Belo
Monte, e do antes e depois do rompimento da represa de Bento Rodrigues
(Mariana, MG); um vídeo, feito por Caycedo nessas regiões; e desenhos, que
contam as narrativas dos rios Yuma (Colômbia), Yaqui (México), Elwha (EUA),
Watu, conhecido como Rio Doce e Iguaçu (Brasil) como entidades vivas dotadas de
histórias. Essa obra integra um projeto maior, intitulado A Gente Rio—Be Dammed [A Gente Rio—Barrado seja] (2016).



























CAROLINA
CAYCEDO


England⁄Colombia, lives in the United States of America, 1978


A GENTE RIO, 2016


Video 30’, drawings and photographs with different dimensions



A Gente Rio (2016), produced for
the 32nd Biennial of Arts of
São Paulo, on display at this show, deals with the life implied in rivers and
on its banks. The work is made up of different elements, such as satellite
photo montages of the Itaipu and Belo Monte hydroelectric plants, and before
and after the environmental disaster caused by the dam failure at the Bento Rodrigues
dam (Mariana, MG); a video, made by Caycedo in those regions; and drawings,
which tell the narratives of the rivers Yuma (Colombia), Yaqui (Mexico), Elwha
(USA), Watu, known as Rio Doce and Iguaçu (Brazil) as living entities endowed
with stories. This work is part of a larger project titled A Gente Rio—Be Dammed (2016)



Carolina Caycedo focuses her practice on the discussion of contexts
impacted by major infrastructural works of developmental character. In her
recent research, she analyzes the environmental and social damages related to
the construction of dams and the control of natural water courses. Through the
involvement with groups and communities affected by these transformations, the
artist investigates ideas of flow, assimilation, resistance, representation,
control, nature and culture.







</description>
		
	</item>
		
		
	<item>
		<title>Cristine Takuá</title>
				
		<link>https://camposdeinvisibilidade.cargo.site/Cristine-Takua</link>

		<pubDate>Wed, 17 Oct 2018 16:08:11 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Campos de Invisibilidade</dc:creator>

		<guid isPermaLink="true">https://camposdeinvisibilidade.cargo.site/Cristine-Takua</guid>

		<description>&#60;img width="907" height="640" width_o="907" height_o="640" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/75c5381694b008decc5a1c0d433c15414092a13580106f7b8a7f3d52df871f33/Takua.jpg" data-mid="26667808" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/907/i/75c5381694b008decc5a1c0d433c15414092a13580106f7b8a7f3d52df871f33/Takua.jpg" /&#62;
CRISTINE TAKUÁ&#38;nbsp;


Brasil, 1981


YVYRUPA, TERRA LIVRE:
CONVERSA COM OS CURADORES DE CAMPOS DE
INVISIBILIDADE, 2018 Áudio 35’51”, impressão jato de tinta&#38;nbsp;
Foto: Kiko Santos



Atual representante da comissão Guarani Yvyrupa, Takuá é
educadora, filósofa e artesã indígena, e vive na Aldeia Rio Silveira, no
litoral paulista. Em sua fala, que abre o campo de discussões desta exposição,
apresenta seu interesse e reinvindicações pela educação, pelo território e
pelas artes. Multiplica nossas maneiras de pensar assuntos como comunicação,
infraestruturas tecnológicas, ciência, espiritualidade, cuidado, lutas
multiespécies (não apenas humana), o “estupro da Terra” e a noção de
des—envolvimento, “ordem e progresso”.


Cristine Takuá é
representante do grupo de educação indígena da Secretaria de Educação de São
Paulo e membro fundadora do Fórum de Articulação dos Professores Indígenas no
Estado de São Paulo (Fapisp). Ensina na escola Txeru Ba’e Kuai, de Rio
Silveira. É fundadora e conselheira do Instituto Maracá, onde tem desenvolvido
meios de cultivar resiliência cultural, memória indígena e prática museológica.





















CRISTINE TAKUÁ


Brazil, 1981


YVYRUPA, FREE LAND: A CONVERSATION WITH THE CURATORS OF THE FIELDS OF
INVISIBILITY EXHIBITION, 2018 Audio 35’51”, inkjet printing.


Photo: Kiko Santos



A current representative of the Guarani Yvyrupa commission, Takuá is an
educator, philosopher and indigenous artisan, and lives in Aldeia Rio Silveira,
on the coast of São Paulo. In her speech, which opens the field of discussions
of this exhibition, she presents her interest and claims for education,
territory and the arts. Her ideas multiply our ways of thinking about themes
such as communication, technological infrastructures, science, spirituality,
care, multispecies (not just human) struggles, the “rape of the Earth” and the
notion of de—involvement, “order and progress.”



Cristine Takuá is a representative of the indigenous education group of
the São Paulo Secretariat of Education and a founding member of the Forum of
Articulation of Indigenous Teachers in the State of São Paulo (Fapisp). She
teaches at the Txeru Ba’e Kuai School in Rio Silveira. She is the founder and
advisor of the Maracá Institute, where she has developed ways of cultivating
cultural resilience, indigenous memory and museological practice.




































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